
A Johnson Controls, empresa que opera no ramo da tecnologia, está a “explorar opções estratégicas” para a sua área automóvel, naquele que pode vir a ser o primeiro passo para a venda ou ‘spin-off’ desta parte da empresa.
A empresa, que produz, entre outros, baterias para veículos convencionais, híbridos e eléctricos, assim como sistemas de interiores e componentes para automóveis, afirma em comunicado que irá manter o seu negócio de baterias e as suas operações fora da área automóvel, que corresponde à produção de sistemas de ar condicionado, aquecimento e ventilação.
Em entrevista à Automotive News, o afastamento da indústria automóvel é justificado por Alex Molinaroli, CEO da Jonhson Controls, pela sua instabilidade e ciclicidade e à falta de capital e investimento que esta área exige da empresa.
No entanto, esta transacção será efectuada a longo prazo e nenhum acordo foi ainda fechado.
A Johnson Controls gerou 17.5 mil milhões de dólares no passado ano fiscal, que terminou em Setembro de 2014, enquanto as unidades interiores venderam 4.5 mil milhões de dólares.
A Automonitor tentou contactar a delegação da Johnson Controls em Portugal, mas a empresa não quis prestar declarações.
Johnson Controls pondera 'spin-off' na área automóvel
A Johnson Controls, empresa que opera no ramo da tecnologia, está a “explorar opções estratégicas” para a sua área automóvel, naquele que pode vir a ser o primeiro passo para a venda ou ‘spin-off’ desta parte da empresa. A empresa, que produz, entre outros, baterias para veículos convencionais, híbridos e eléctricos, assim como sistemas de interiores e componentes para automóveis, afirma em comunicado que irá manter o seu negócio de baterias e as suas operações fora da área automóvel, que corresponde à produção de sistemas de ar condicionado, aquecimento e ventilação. Em entrevista à Automotive News, o afastamento da indústria automóvel é justificado por Alex Molinaroli, CEO da Jonhson Controls, pela sua instabilidade e ciclicidade e à falta de capital e investimento que esta área exige da empresa. No entanto, esta transacção será efectuada a longo prazo e nenhum acordo foi ainda fechado. A Johnson Controls gerou 17.5 mil milhões de dólares no passado ano fiscal, que terminou em Setembro de 2014, enquanto as unidades interiores venderam 4.5 mil milhões de dólares. A Automonitor tentou contactar a delegação da Johnson Controls em Portugal, mas a empresa não quis prestar declarações.
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