2023 começou como um dos mais positivos dos últimos anos, tanto ao nível do mercado acionista como do obrigacionista. Os mercados responderam bem à inflação, aos dados macroeconómicos e à reabertura da China. Estima-se um declínio económico, mas não uma crise aguda.
Esta é uma das conclusões da análise mensal dos mercados do Abanca, referente ao mês de janeiro, que explica que os títulos com melhor desempenho têm sido os ligados à energia, utilities e ao consumo discricionário. Por outro lado, vemos as empresas tecnológicas a enfrentar uma grande volatilidade, que tem resultado num conjunto massivo de despedimentos.
Os dados macroeconómicos mostram uma tendência de queda da inflação, com mais destaque nos EUA e mais amena na Europa, com os dados de confiança do consumidor a melhorarem ligeiramente.
“Assim, o primeiro mês do ano foi marcado por um bom desempenho do mercado acionista e, sobretudo, do mercado obrigacionista, assinalando assim um dos melhores meses de janeiro dos últimos anos”, considera o Abanca.
Os especialistas em mercados e investimentos do Abanca explica que “o mercado acionista regista um início de ano muito positivo”, sobretudo na Europa, mas também nos EUA e nos países emergentes. No caso do mercado obrigacionista, registaram-se movimentos similares nos índices de crédito na Europa e nos EUA, bem como curvas soberanas.
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