A Coreia do Sul já se prepara para enfrentar a tempestade mais forte da sua história – está previsto que o supertufão ‘Hinnamnor’ atinja as áreas costeiras do sul na próxima semana, mais concretamente 2ª ou 3ª feira.
“Nunca encontrámos um tufão com este nível de pressão atmosférica, o que é extremamente preocupante porque o grau de dano pode estar além das nossas expectativas”, alertou Woo Jin Kyu, analista meteorológico da Administração Meteorológica da Coreia, esta sexta-feira.
MUNDO | A quinta-feira amanhece no extremo Oriente e se tem a primeira imagem visível do satélite #Himawari-8 do supertufão #Hinnamnor com uma parede de olho muito bem definida. pic.twitter.com/xMV6naJiQa
— MetSul.com (@metsul) August 31, 2022
O ‘Hinnamnor’ pode ser ainda mais destrutivo do que o tufão ‘Sarah’ em 1959, segundo dados da administração meteorológica, que matou 600 pessoas e feriu 2.533, tendo causado 180 milhões de dólares (180 milhões de euros) em danos materiais.
O supertufão desloca-se para o norte-noroeste a cerca de 2 quilómetros por hora, a cerca de 500 quilómetros a leste da costa de Taiwan: a tempestade diminuiu nos últimos dias e atualmente está com ventos sustentados de 175 quilómetros por hora, segundo dados da Joint Typhoon Warning Center, dos Estados Unidos.
Super tufão hinnamnor se aproxima do Japão. pic.twitter.com/PJrR3VbMUB
— Oscar Jr (@oscarvideojr) August 31, 2022
A Korea Electric Power Corp. já emitiu um alerta pela possibilidade de o tufão poder interromper as instalações e equipamentos de transmissão de energia do país, ao passo que os funcionários da Korea Southern Power Co. estão a ser colocados numa lista de emergência. A Korea Hydro & Nuclear Power Co. também está a tomar medidas de segurança para minimizar o impacto nos reatores nucleares que estão densamente localizados na parte sudeste do país.
Diversas ilhas do Pacífico ocidental já deram ordem de evacuação e também as províncias costeiras da China estão a tomar medidas para a passagem do tufão – a navegação marítima está altamente condicionada.













