A gestão de conflitos é uma análise que todas as empresas devem fazer para adotar práticas e estratégias de forma a evitar os conflitos, mas também a resolvê-los.
Num contexto empresarial, em que o ambiente multicultural e todos os funcionários são diferentes, vêm de sítios diferentes e têm opiniões diferentes, é preciso ter uma estratégia definida para lidar com divergências, discussões, atritos ou outras coisas que prejudiquem o clima e as relações entre trabalhadores.
Desta forma, para que seja possível combater o problema, há uma série de medidas que as empresas têm de seguir:
– Identificar a raiz do problema: tem de se identificar sempre o principal motivo da discussão para que se possa agir em conformidade. Para que se identifique, é necessário falar com as duas ou mais partes e conhecer todas as versões possíveis do sucedido.
– Incentivar a participação de todos: por vezes, faz também sentido saber a opinião de quem não estava envolvido no problema, pois se presenciou de fora pode ter ainda outra perceção mais clara do que aconteceu.
– Não tomar partidos: os líderes devem ser sempre o mais neutro possíveis e tentar nunca emitir juízos de valor, de forma que a empresa não seja sacrificada nem saia prejudicada por conflitos que podiam ter sido evitados.
– Lembrar que fazem todos parte da mesma equipa: é importante que uma discussão não acabe totalmente com as relações entre dois funcionários, pois no fim de contas, acabam por continuar a trabalhar com o mesmo propósito e para a mesma equipa. As chefias têm de fazer ver esse ponto crucial.
– Estabeleça um prazo para a resolução do atrito: desta forma, mantém-se a objetividade e assegura-se que os resultados da empresa não são prejudicados e evita-se que seja perdido muito tempo no diálogo entre ambas as partes, que por vezes leva a mais discussão.
– Criar um sistema de gestão de conflitos: este sistema pode conter atividades de que promovam a prevenção e conciliação entre as equipas.












