JPMorgan diz que Rússia caminha para um colapso económico semelhante à crise financeira de 1998

Economistas do JPMorgan Chase & Co. esperam uma contração de 7% no produto interno bruto (PIB) da Rússia em 2022. Esta previão aponta para a maior queda registada no último quarto de século, que foi registada em 1998.

André Manuel Mendes

Economistas do JPMorgan Chase & Co. esperam uma contração de 7% no produto interno bruto (PIB) da Rússia em 2022. Esta previão aponta para a maior queda registada no último quarto de século, que foi registada em 1998, onde o PIB encolheu 5,3% no meio de uma crise financeira marcada por altas taxas de endividamento, desemprego e inflação.

As previsões do JPMorgan são partilhadas pelo Goldman Sachs, que também espera uma contração de 7%, enquanto a Bloomberg Economics prevê uma queda de cerca de 9%, explica a ‘Bloomberg’.



A economia russa está neste momento a sofrer das sanções impostas pelo Ocidente pela decisão de atacar a Ucrânia. As sanções aplicam-se ao comércio, finanças e viagens, tendo sido também congeladas as reservas do seu banco central e cortado o acesso dos bancos russos ao sistema de mensagens Swift.

“As sanções atingirão a sua marca na economia russa, que agora parece destinada a uma profunda recessão”, disseram os economistas do JPMorgan, liderados por Bruce Kasman, de acordo com a ‘Bloomberg’.

Para agravar a situação económica do país, são várias as empresas que já marcaram a sua posição relativamente ao conflito em território ucraniano, bloqueando as suas operações na Rússia.

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