O multimilionário Elon Musk, CEO da Tesla e fundador da SpaceX, teceu ainda durante este ano algumas previsões para o futuro do trabalho, do dinheiro, da energia, entre outros temas de interesse para a sociedade.
O aficionado por tecnologia e pelo espaço perspetivou o futuro, aos seus olhos, e o ‘elEconomista’ compilou algumas afirmações que mostram a sua visão.
O futuro no trabalho passa por robôs humanóides
Musk sublinha que um dos maiores problemas da humanidade é a segurança da inteligência artificial (IA), reconhecendo a importância de criação de uma “autoridade fiscalizadora para garantir a segurança da IA”.
“Na Tesla construímos um robô humanóide que será basicamente como um carro, mas com pernas. Embora tenhamos feito uma pausa para não ‘apressar o apocalipse AI (..) temos uma capacidade maior [na Testla] de garantir a segurança da robótica e da inteligência artificial”.
Apostar em energia sustentável
Com a transição para uma mobilidade elétrica, Musk alerta que a procura vai aumentar, bem como os desafios para a rede, principalmente para a distribuição de energia.
“Mesmo que aumente a geração sustentável de energia elétrica nas empresas, continuará a haver um problema de distribuição, as subestações terão que ser ampliadas drasticamente”, explica o multimilionário, sublinhando que a solução passa por geração local significativa de eletricidade nas casas.
As criptomoedas vieram para ficar, mas não será fácil
Embora muitos governos tentem controlar as criptomoedas, é impossível para Musk detê-las.
“Acredito que não seja possível destruir as criptomoedas, mas é possível que os governos desacelerem o seu avanço”, analisou Musk, sublinhando que o objetivo das criptomoedas é “reduzir o poder do governo centralizado”, algo que as autoridades “não gostam”.
A conectividade irá mais longe
Para Musk, a Starlink vai assumir um papel preponderante no futuro pois “terá um impacto positivo profundo no mundo porque está realmente orientado para servir os mais desfavorecidos”.
A empresa pretende disponibilizar Internet a um grande número de pessoas em zonas remotas, e planeia lançar novos satélites no espaço que cobrirão regiões com baixa conectividade onde a fibra é cara e difícil de implementar.








