Um estudo recente revelou que o colaborador português é otimista quanto ao futuro do trabalho, alinhado com os resultados globais. Os portugueses sentem-se curiosos, otimistas e esperançosos, e também entusiasmados com o futuro.
O estudo “Colaborador do Futuro” foi desenvolvido pela NTT DATA com um questionário a 3.249 profissionais e entrevistas a 34 líderes executivos de 10 países. Este teve como objetivo conhecer as expectativas dos colaboradores e líderes sobre o futuro do trabalho e as competências que estes deverão ter em 2025.
No entanto, apesar desta positividade, mais de metade está receoso que a quantidade de trabalho afete a saúde mental dos profissionais e mais de 75% apresenta alguma preocupação em não corresponder ao pensamento crítico e inovador exigido no futuro.
“A expectativa dos profissionais ortugueses em relação ao mercado de trabalho está muito alinhada com o resto do mundo. Daqui a cinco anos, poderá sentir-se uma migração de talento para empresas que respeitem a vida pessoal, incentivem o desenvolvimento profissional e sejam flexíveis na atribuição de benefícios salariais”, explica a NTT em comunicado.
Apesar disso, os portugueses destacam-se do resto do mundo no que respeita o formato de trabalho, privilegiando um modelo flexível, no qual podem escolher entre o presencial e o remoto.
Os profissionais acreditam que o perfil do colaborador do futuro privilegia a capacidade de adaptação, flexibilidade, visão inovadora e pro-tecnologia. Quanto aos líderes, os portugueses inquiridos preferem pessoas honestas e éticas enquanto os outros países destacam líderes que trabalhem em equipa.
Os executivos e especialistas de RH em Portugal destacam que os perfis dos lideres estarão assentes em escutar e extrair o melhor da equipa, que ter capacidade analítica, que sejam proativas e curiosas, com pensamento crítico e capacidade de comunicação.






