A EDP encotra-se proceder ao desmantelamento da central termoelétrica da EDP, já desativada. Na sua fase final, a empresa vai recorrer a um sistema com robot controlado à distância para demolir três estruturas com 100 metros de altura. Processo vai durar cerca de dois meses.
A central que produzia energia a partir de fuelóleo está a entrar na fase final de demolição, sendo que nos próximos dois meses, as estruturas de betão com 100 metros de altura serão desmontadas através de um sistema que envolve um robot controlado de forma remota.
“Este trabalho de demolição irá recorrer a uma tesoura multifunções que, agarrada a um braço hidráulico de longo alcance, irá partir e deitar por terra, uma a uma, as três chaminés. Esta operação segue-se a uma primeira fase em que o robot, suspenso numa grua a cerca de 110 metros de altura, já removeu os materiais no interior das chaminés ao longo dos últimos três meses e meio”, pode ler-se em comunicado.
Este processo dispensa a utilização de explosivos ou intervenções mecânicas, reforçando assim a segurança dos trabalhadores envolvidos e das estruturas vizinhas e diminui o impacto ambiental.
Esta demolição ajuda a cumprir as metas climáticas da EDP que pretende abandonar a produção a carvão até 2025, reduzir as emissões específicas de CO2 em 98% e ser totalmente verde até 2030.




