Prejuízo do grupo TUI sobe 2,9% nos três primeiros trimestres para 2.409,6 milhões

O grupo turístico alemão TUI revelou hoje que teve um prejuízo de 2.409,6 milhões de euros nos primeiros três trimestres do exercício, mais 2,9% face ao mesmo período anterior, apesar da procura de férias continuar elevada.

Executive Digest com Lusa

O grupo turístico alemão TUI revelou hoje que teve um prejuízo de 2.409,6 milhões de euros nos primeiros três trimestres do exercício, mais 2,9% face ao mesmo período anterior, apesar da procura de férias continuar elevada.

A faturação caiu 79,6% nos primeiros nove meses do ano fiscal, iniciado em outubro do ano passado, para 1.365,9 milhões de euros, o que a TUI justifica pelas restrições de viagens se manterem em todo o mundo devido à pandemia de covid-19, refere o grupo em comunicado.



O grupo de turismo realçou, no entanto, que “assim que as restrições às viagens forem levantadas nos mercados, as reservas vão aumentar significativamente”.

A TUI registou no período em análise um prejuízo operacional de 2.390,7 milhões de euros, mais 1% do que nos três primeiros trimestres do exercício anterior.

No entanto, no terceiro trimestre reduziu o prejuízo para 934,8 milhões de euros, menos 36,9% em termos homólogos (prejuízo de 1.481,4 milhões de euros).

A procura de férias de verão mantém-se elevada, com 4,2 milhões de reservas para o verão deste ano e um aumento médio do preço de 9% na comparação com o verão de 2019, o que se deve a “uma proporção maior de pacotes de férias nas reservas atuais”, lê-se ainda na nota divulgada.

A capacidade atingida nos meses de verão deste ano situa-se em 60% face à alcançada no verão de 2019, tendo sido revista em baixa.

Em maio, a TUI revelou que a capacidade para os meses de verão situava-se em 75%.

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