A Mabera foi a que apresentou a melhor proposta para a compra da Coelima. A empresa de têxtil de Famalicão propõe-se a pagar mais de 3,6 milhões de euros pela histórica fábrica de Guimarães, que está em processo de insolvência
O prazo para os candidatos submeterem as propostas terminou esta segunda-feira, ao final do dia. Ao todo, são três as empresas que estão na corrida. A escolha será votada na próxima Assembleia de Credores, agendada para a próxima sexta-feira, dia 25, no Tribunal de Guimarães.
De acordo com o ‘Jornal de Notícias’, a melhor proposta é a da Mabera, de três milhões 636 mil e 636 euros. A segunda melhor proposta é a do consórcio Mundo Têxtil/Felpinter, que paga dois milhões e 615 mil euros, seguida da proposta da RTL/José Fontão & Cia, que paga um milhão e 750 mil euros.
As empresas renovaram, na verdade, a proposta, já que a anterior ficou sem efeito, “uma vez que a Assembleia de Credores, realizada na passada sexta-feira, deliberou a abertura de um novo prazo para apresentação de propostas ao fim de cinco horas”, lembra o mesmo jornal. A proposta da Mabera, que agora até é a mais alta, não estava entre as que iam a votação na Assembleia de Credores, pois tinha sido entregue fora do prazo, avança o ‘JN’.
A Mabera tinha oferecido 2,6 milhões, mas agora subiu a proposta em mais de um milhão, distanciando-se da concorrência com um valor de quase 3,7 milhões.







