A nova rede social do momento, a Clubhouse, foi lançada em abril de 2020 e tem dado que falar. Em menos de um ano, e apesar de estar apenas disponível para iOS (iPhone e iPad) e acessível exclusivamente por convite, já foi descarregada por cerca de 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo o CincoDías, a aplicação atingiu uma valorização de cerca de mil milhões de dólares.
A app ficou particularmente popular desde fevereiro deste ano, na sequência do aparecimento de convidados famosos em chats de áudio, como o CEO da Tesla, Elon Musk, e o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg.
Como tal, algumas redes sociais, incluindo o Twitter e o Facebook, querem apresentar um serviço parecido. O Twitter anunciou que vai lançar o ‘Spaces’ já em abril – o serviço de criação de salas de chat áudio dentro da rede social, que já andava a testar há alguns meses. Também o Facebook revelou que está a preparar a chegada de salas de áudio no Instagram.
A Clubhouse permite a qualquer pessoa (que tenha um iPhone ou iPad) criar salas virtuais onde se pode conversar em grupo sobre qualquer tópico. Há salas de chat com apenas duas pessoas ou outras com até 7000. Nem todos têm de falar, há utilizadores que podem apenas ouvir. As conversas são geralmente moderadas e são sempre ‘ao vivo’, através de áudio.
No entanto, há conversas que são gravadas e, por isso, a aplicação tem gerado alertas sobre a privacidade dos utilizadores. A Clubhouse já garantiu que iria rever e reforçar os seus protocolos de segurança.
Para já, a aplicação está disponível apenas para iOS, mas os criadores já anunciaram que estão a trabalhar numa versão para Android. Não há, contudo, data prevista para o lançamento desta versão ou para a abertura à generalidade das pessoas.











