O universo de apartamentos T0 e T1 ativos no Alojamento Local (AL) sofreu uma queda expressiva quer em Lisboa quer no Porto, observando-se a saída de atividade de 2.900 fogos no conjunto das duas cidades em junho de 2020 face a igual mês do ano passado.
Os dados resultam do SIR-Alojamento Local e são apurados pela Confidencial Imobiliário, considerando os apartamentos de tipologia T0 e T1 com registo de AL listados nas plataformas de reserva e que exibem atividade de vendas e ocupação regulares.
Em Lisboa, contabilizavam-se menos 1.744 apartamentos T0 e T1 ativos entre os dois meses, comparando-se um universo de 3.468 fogos em junho deste ano com um de 5.212 em junho de 2019. As freguesias da Misericórdia e de Santa Maria Maior, em pleno Centro Histórico, foram as que mais contribuíram para esta perda, retirando do circuito, respetivamente, 435 e 388 apartamentos. Destaca-se também S. Vicente, a outra freguesia que integra o Centro Histórico, com uma perda de 182 apartamentos, além de Santo António, onde existem menos 196 alojamentos locais ativos.
No Porto, estão ativos menos 1.158 apartamentos T0 e T1 no circuito de AL no espaço de um ano, com a oferta atual ativa na cidade a ascender a 2.536 fogos. Em junho de 2019, esse universo era de 3.694 apartamentos. Dos apartamentos retirados de atividade, 853 situam-se na União de Freguesias do Centro Histórico, território onde estão atualmente ativos 2.066 apartamentos.






