Graça Freitas: Uso de máscaras ao ar livre «deve acontecer em sítios muito movimentados»

Declarações prestadas na habitual conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia em Portugal.

Simone Silva

A diretora geral da saúde, Graça Freitas, disse esta segunda-feira, que é recomendável o uso de máscaras ao ar livre «em sítios muito movimentados», onde a distância social não pode ser garantida.

Na habitual conferência de imprensa sobre a evolução da pandemia em Portugal, a responsável defende que «ao ar livre a máscara fará sentido se formos para sítios com muita gente onde não conseguimos manter-nos longe de outros. Diferente é uma situação ao ar livre no campo, no jardim, em horas onde não andam outras pessoas a passear», esclarece.



Graça Freitas explica que o uso de máscaras é determinado com base na proximidade das pessoas. «Se estivermos longe o suficiente não é preciso utilizar o método barreira», revela, anunciado que «muito brevemente vai sair uma orientação que dita que se as pessoas no exterior não conseguirem manter a distância recomendada, deverão usar máscara».

«Se estiverem no exterior mas distantes de outras pessoas não faremos essa recomendação, sendo que as pessoas são livres, se quiserem utilizar máscaras o tempo todo, de poder fazê-lo», ressalva a diretora geral da saúde, reforçando que «a recomendação será no sentido de a utilização ao ar livre poder acontecer quando estamos muito próximos de outras pessoas, em sítios muito movimentados».

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