O 1º de Maio, Dia do Trabalhador, é uma data simbólica para o movimento sindical em Portugal e no mundo, associada à luta por melhores salários, direitos laborais, horários dignos e condições de trabalho mais justas. Em Portugal, a efeméride ganhou um significado ainda mais forte após o 25 de Abril, passando a ser celebrada de forma livre e pública como um momento de mobilização, reivindicação e afirmação coletiva dos trabalhadores.
Todos os anos, a CGTP assinala o 1º de Maio com concentrações, desfiles, comícios e iniciativas em vários pontos do país, juntando dirigentes sindicais, trabalhadores, reformados, jovens e famílias. Para a central sindical, este é um dia que combina celebração e protesto: celebra-se a força histórica de quem trabalhou para conquistar direitos, mas também se sublinha que há ainda reivindicações por cumprir, num contexto marcado por debates sobre salários, habitação, precariedade, horários, contratação coletiva e custo de vida.
Mais do que um feriado no calendário, o 1º de Maio mantém-se assim como uma data de forte carga política e social. Nas comemorações promovidas pela CGTP, o dia serve para dar visibilidade às lutas do presente, recordar conquistas do passado e reforçar a ideia de que os direitos laborais não são definitivos, exigindo organização, participação e pressão sindical contínua.
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