Vendas da Corticeira Amorim sobem 12% para 637,1 milhões de euros e superam valores pré-pandemia

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Corticeira Amorim reportou que nos primeiros noves meses de 2021, as vendas da  totalizaram 637,1 milhões de euros, um crescimento de 11,5% face ao período homólogo do ano anterior.

André Manuel Mendes
Novembro 4, 2021
16:52

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Corticeira Amorim reportou que nos primeiros noves meses de 2021, as vendas da  totalizaram 637,1 milhões de euros, um crescimento de 11,5% face ao período homólogo do ano anterior.

“Após um início do ano ainda marcado pelos efeitos negativos da pandemia Covid-19 sobre as economias e padrões de consumo globais, a evolução favorável iniciada no segundo trimestre manteve-se nos últimos meses, verificando-se crescimento de vendas em todas as Unidades de Negócio (UN)”, pode ler-se no comunicado, que salienta ainda o regresso aos níveis de atividade pré-pandemia, tendo as vendas consolidadas superado as dos primeiros nove meses de 2019 em 5,7%.

No que respeita ao EBITDA, este atingiu os 110,3 milhões de euros, uma subida de 16,3% face aos primeiros nove meses de 2020. O comunicado sublinha que este beneficiou com o crescimento dos níveis de atividade.

A empresa sublinha ainda que as “pressões inflacionistas, nomeadamente de matérias-primas não cortiça, transportes e o inesperado agravamento do preço da energia, tiveram um impacto negativo muito significativo nos resultados operacionais, que foram ainda penalizados pelo referido efeito cambial”. Assim, nos primeiros nove meses do ano, o rácio EBITDA/Vendas subiu para 17,3% (16,6% no período homólogo de 2020).

“A Corticeira Amorim encerrou os primeiros nove meses de 2021 com um resultado líquido acumulado de 58,0 M€, um aumento de 19,6% face ao mesmo período de 2020”, destaca o comunicado enviado à CMVM.

Relativamente à dívida remunerada líquida, esta foi de 29,9 milhões de euros, uma redução de 81 milhões face ao valor registado no final de 2020 (110,7 M€). “Este valor reflete também o pagamento de dividendos (25 M€), as aquisições das participações de 50% na Cold River’s Homestead (15 M€), detentora de uma parte da chamada Herdade do Rio Frio e de 10% na Bourrassé (5 M€), bem como o aumento do investimento em ativo fixo (27 M€)”, explicam, reforçando que este é o nível mais
baixo da dívida remunerada líquida desde junho de 2017.

 

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