Um militar morto e três feridos em colisão com incêndio entre lanchas da GNR e de traficantes

A embarcação da GNR onde na segunda-feira, no rio Guadiana, morreu um militar foi abalroada por uma lancha rápida, presumivelmente relacionada com tráfico de droga, disse à Lusa fonte da Guarda.

Executive Digest com Lusa
Outubro 28, 2025
8:38

A embarcação da GNR onde na segunda-feira, no rio Guadiana, morreu um militar foi abalroada por uma lancha rápida, presumivelmente relacionada com tráfico de droga, disse à Lusa fonte da Guarda.

“Dadas as características da embarcação de alta velocidade, presume-se que esteja ligada ao tráfico de droga”, adiantou a fonte da GNR.

Após o embate, a lancha de alta velocidade foi encontrada a arder a duas milhas (quase quatro quilómetros) do local onde ocorreu o acidente no rio Guadiana, ao largo de Alcoutim, no distrito de Faro, tendo os ocupantes fugido, segundo a fonte.

A embarcação de alta velocidade foi detetada no rio Guadiana, tendo sido enviada uma patrulha do Controlo Costeiro de Olhão para averiguar, e quando tentaram abordar a lancha foram abalroados.

A mesma fonte indicou que o acidente, cujo alerta foi dado às 23:15, causou a morte a um militar da GNR e ferimentos ligeiros em outros três (um com uma fratura num braço e os outros com escoriações).

Fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve disse anteriormente à Lusa que no local estiveram 35 operacionais, com o apoio de 14 veículos.

A investigação está a cargo da Polícia Judiciária, segundo a GNR.

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