A taxa de juro implícita (valor médio do juro sobre o médio em dívida) no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi de 0,826% em abril, uma descida substancial face aos 0,841% registados nem março.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,705% registados em março para 0,655% em abril.
Em contra mão, face à queda dos juros, a prestação média apurada em abril face ao mês anterior subiu três euros, para 231 euros, como revela o INE. Desta prestação média, 38 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 193 euros (84%) a capital amortizado.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação desceu 22 euros, para 276 euros.
Em abril, o capital médio em dívida (que corresponde à média do capital vincendo de todos os contratos em vigor e com, pelo menos, uma prestação vencida no final do período de referência) para a totalidade dos contratos subiu 244 euros face ao mês anterior, fixando-se em 55.915 euros.
Já para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 114.752 euros, mais 926 euros do que em março.
Os cálculos efetuados pelo INE tiveram por base foram recolhidos entre as principais entidades bancárias nacionais até ao dia 12 de maio.




