PSI em alta com BCP a liderar ganhos e a subir mais de 2,4%

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura com os ‘papéis’ do BCP a liderarem os ganhos e a subirem 2,41% para 1,12 euros.

Executive Digest com Lusa

A bolsa de Lisboa mantinha hoje a tendência de alta da abertura com os ‘papéis’ do BCP a liderarem os ganhos e a subirem 2,41% para 1,12 euros.

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Cerca das 9:35 em Lisboa, o PSI avançava 0,38% para 9.302,64 pontos, com oito empresas a subir e outras oito a descer.

Às ações do BCP seguiam-se as da EDP, EDP Renováveis e Ibersol, que valorizavam 1,06% para 4,85 euros, 0,97% para 12,44 euros e 0,81% para 9,93 euros.

Mais moderadamente, a Corticeira Amorim, REN e Altri subiam 0,30% para 6,66 euros, 0,14% para 3,54 euros e 0,12% para 4,22 euros.

A Navigator também subia, 0,07% para 3,06 euros.

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Em sentido contrário, a Galp e os CTT desciam mais de 1%, designadamente 1,16% para 22,25 euros e 1,05% para 5,68 euros, enquanto a Semapa baixava 0,94% para 18,96 euros.

A Mota-Engil, NOS e Teixeira Duarte recuavam 0,52% para 4,63 euros, 0,39% para 5,17 euros e 0,34% para 0,44 euros.

As outras duas empresas cujas cotações baixavam eram a Jerónimo Martins (-0,29% para 17,08 euros) e a Sonae (-0,24% para 2,05 euros).

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, perante um possível cessar-fogo para as infraestruturas energéticas entre a Rússia e a Ucrânia anunciado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, que provocou uma ligeira queda do preço do petróleo.

O euro estava estabilizado face ao dólar, acima de 1,12 dólares e valorizava-se 0,03% para 1,1203 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, depois dos mínimos da semana passada de 1,116, o nível mais baixo desde maio de 2025 devido à força do dólar e à incerteza orçamental francesa.

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O preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, recua 0,47% para 104,23 dólares.

A ligeira queda do preço do petróleo reflete um possível cessar-fogo para as infraestruturas energéticas entre a Rússia e a Ucrânia anunciado por Trump, enquanto a tensão geopolítica aumentou durante o fim de semana com novos ataques dos huthis contra Riade e Dammam (Arábia Saudita), conseguindo tomar territórios perto de Bab el-Mandeb, onde se encontra o estreito que liga o mar Vermelho ao golfo de Adén.

Este ponto é crítico para o transporte marítimo mundial na entrada sul do mar Vermelho, e um dos principais pontos alternativos ao estreito de Ormuz.

Os futuros dos índices norte-americanos registam avanços de 0,28% para o Dow Jones e de 0,19% para o tecnológico Nasdaq, depois de terem terminado na sexta-feira em alta.

Hoje nos EUA celebra-se o Dia de Colombo, por isso o mercado de ações opera, mas o de renda fixa está fechado.

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Na agenda macroeconómica da semana destaca-se na terça-feira, em França, a votação na Assembleia Nacional do Orçamento apresentado pelo Governo francês, que até agora não recebeu um grande apoio por parte dos outros partidos.

Da mesma forma, esta semana serão conhecidos os dados de inflação na zona euro e em vários países da Europa, China e EUA, onde também será publicado o Livro Bege da Reserva Federal dos EUA (Fed), que servirá para preparar a próxima reunião de política monetária, em 28 de outubro, e para a qual o mercado desconta com uma probabilidade de 20% um novo aumento das taxas diretoras de 0,25 pontos percentuais.

Os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam para 3,459%, contra 3,479%, bem como os de França, para 4,830%, contra 4,851%.

Os juros da dívida dos Estados Unidos da América a 10 anos mantinham-se em 5,240%.

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