Luís Marques Mendes vai apoiar publicamente a candidatura de António José Seguro à Presidência da República, avançou esta tarde fonte social-democrata à ‘RTP’.
O candidato apoiado pelo PSD e CDS, que averbou 11% na primeira volta das eleições presidenciais, é mais um nome de peso no apoio. “Quando houver essa declaração, responderei”, limitou-se a dizer António José Seguro, que esteve reunido esta tarde com especialistas em política internacional.
Recentemente, o candidato presidencial mostrou-se “muito feliz” com o apoio de Rui Moreira e de José Miguel Júdice, mandatários de Marques Mendes e de João Cotrim Figueiredo respetivamente, respeitando as decisões dos candidatos.
“A posição de cada português e de cada candidato, eu respeito-as muito e, portanto, eles dirão quem devem apoiar ou se apoiam ou não apoiam. Agora, eu fico muito feliz de ter o apoio do doutor Rui Moreira, que foi mandatário da candidatura do doutor Marques Mendes, e também do doutor José Miguel Júdice, que foi mandatário da candidatura do doutor João Cotrim Figueiredo”, disse.
António José Seguro obteve 31,1% e André Ventura 23,5%, segundo o escrutínio provisório da Secretaria-geral do Ministério da Administração Interna.
Para a segunda volta, os eleitores que pretendam votar antecipadamente em mobilidade podem fazê-lo no dia 01 de fevereiro.
Na sexta-feira, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) esclareceu que os boletins de voto na segunda volta das eleições presidenciais vão ter apenas os nomes de dois candidatos.
“No estrangeiro e no território nacional, seja para o voto antecipado, seja para os dias da votação, vão ser impressos e distribuídos os boletins de voto do segundo sufrágio, com dois candidatos”, indica a CNE, em comunicado, frisando que “qualquer informação em contrário não corresponde à verdade”.
A CNE admitiu que poderá haver uma “situação excecional”, designadamente quando os boletins de voto não sejam recebidos a tempo em algum local no mundo, mas ressalva que “só nesse caso é que será utilizado o boletim do primeiro sufrágio”.
O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.














