O controverso chefe do ICE, Gregory Bovino, deixou Minneapolis esta semana após a morte de Alex Pretti às mãos de agentes de imigração. A sua partida ocorreu pouco depois de o próprio Trump ter anunciado, na sua conta no ‘Truth Social’, que havia decidido enviar o seu “czar da fronteira”, Tom Homan, um veterano agente de imigração, a Minneapolis para liderar a operação.
A violência dos agentes do ICE ganhou novo protagonismo na sequência de um vídeo divulgado no verão passado que ressurgiu nas redes sociais, no qual se pode ver Bovino a dar ordens aos seus homens antes de iniciarem batidas contra imigrantes em Los Angeles. “Prendam quem quer que encontrem, essas são as ordens superiores”, pode ouvir-se no vídeo.
Bovino apela ainda aos agentes que ajam “de maneira profissional, legal, ética e moral” pois estão a ser “gravados”, sendo também discutido o armamento que utilizarão nas operações. “Vamos considerar o transporte de carga em camiões”, afirmou. No final do vídeo, alguém pergunta: “De quem é esta cidade, chefe?”, ao que Bovino responde que “esta é a nossa cidade. Esta é a nossa maldita cidade”.
🚨 HELL YEAH! Footage of Border Patrol Chief Greg Bovino rallying his men in Los Angeles during the riots has surfaced
AGENT: “Whose city is it, Chief?!”
BOVINO: “This is OUR f***ing city!”
BOVINO: “Arrest as MANY people that touch you as you want to… EVERYBODY f***ing gets… pic.twitter.com/NxQiP97AfC
— Nick Sortor (@nicksortor) January 29, 2026
O chamado czar da fronteira, Tom Homan, destacou na quinta-feira mudanças nas operações do ICE em Minnesota para realizar missões mais específicas que priorizem a segurança pública, com o objetivo de reduzir a tensão e começar a diminuir o número de agentes no estado após as mortes de Pretti e de outra manifestante, Renée Good.
Numa conferência de imprensa no Minnesota, onde confirmou a continuidade das missões do ICE, Homan afirmou estar a trabalhar num plano para reduzir a presença da controversa unidade, que conta com até 3.000 agentes no estado, e comprometeu-se com mudanças que priorizem a segurança pública. “Não estamos a abandonar a nossa missão; estamos simplesmente a trabalhar de forma mais inteligente”, enfatizou.














