O parlamento da Finlândia abriu uma ‘guerra’ contra a PepsiCo, transnacional norte-americana de bebidas e produtos alimentares, pelo facto de a empresa continuar a manter operações na Rússia, e não ter abandonado os negócios no país, como largas centenas de empresas fizeram.
Assim, a Finlândia decidiu que o refrigerante Pepsi deixa de poder ser vendido nos restaurantes e cafés no interior do Parlamento. Também outros produtos comercializados pela empresa PepsiCo, como batas fritas ou snacks, também deixaram de estar disponíveis nos espaços comerciais dentro das instalações parlamentares.
A decisão seguiu-se a uma queixa do deputado centristas Tuomas Kettunen, que na segunda-feira instou o Parlamento a “dar o exemplo” e parar a venda da “Pepsi sangrenta”, fazendo referência aos milhares de pessoas que já morreram na guerra na Ucrânia e ao sangue derramado pela invasão russa.
Na semana passada, a PepsiCo foi acrescentada à lista de empresas privadas que a Ucrânia considera “patrocinadores” da invasão russa a Ucrânia.
A empresa parou de produzir Pepsi, Mountain Dew e 7UP na Rússia, em setembro do ano passado, mas continua a vender os seus produtos naquele país, tendo até quadruplicado os lucros em 2022 naquele território.
Contactada pelo Político sobre a decisão do parlamento finlandês, a empresa não quis comentar o caso.














