O número de efetivos das tropas norte-americanas estacionadas na Somália vai ser reduzido por ordens de Donald Trump. A imprensa dos Estados Unidos dá conta de uma informação transmitida ontem pelo Pentágono, indicando que a maior parte dos 700 elementos que ainda estão envolvidos no apoio ao governo somali para a luta contra o Al-Shabab, um grupo terrorista com ligações à Al Qaeda, vai voltar para casa.
O New York Times relembra que esta iniciativa faz parte das medidas já adotadas pela Administração Trump quanto à retirada de centenas dos seus militares do Afeganistão, seguindo-se também o regresso de soldados do dispositivo colocado no Iraque. No total, a ideia é que, até meados de janeiro, ou seja, antes da tomada de posse da Administração Biden, fiquem menos de 2.500 elementos nos dois países.
Apesar das críticas que se geraram de imediato após a divulgação da notícia, o Pentágono rejeitou a ideia de que a redução do número de militares no terreno signifique uma mudança de política dos Estados Unidos. “Não só o combate ao terrorismo não está em causa como esta retirada não representa qualquer inflexão na atitude dos Estados Unidos”, informou o Pentágono.














