O cofundador da FTX, Sam Bankman Fried, acumulou 22,5 mil milhões de dólares, segundo as contas da revista ‘Forbes’, antes de completar 30 anos ao lucrar com o boom dos ativos virtuais.
Em julho, a exchange levantou 900 milhões de dólares de investidores que são verdadeiros “pesos pesados” da indústria ‘blockchain’ como a Coinbase e do SoftBank, tendo sido avaliada em 18 mil milhões de dólares.
A FTX é responsável por cerca de 10% do valor nominal de 3,4 biliões de derivativos financeiros (principalmente futuros e opções) negociados por investidores do mercado crypto todos os meses.
No último ano, a FTX recebeu cerca de 0,02% de cada uma dessas negociações, tendo arrecadado assim uma receita de cerca de 750 milhões de dólares e 350 milhões de dólares em lucro.
Se os resultados parecem, numa primeira análise, bastante compensatórios para o período que vivemos, quando enquadrados na história do seu fundador são elevados ao triplo da dimensão aparente.
Há quatro anos atrás, Bankman-Fried ainda não tinha comprado uma única Bitcoin. Agora, ocupa a 32ª. posição da lista de 400 multimilionários da revista Forbes, com um patrimônio líquido de 22,5 mil milhões.
Tirando Mark Zuckerberg, nunca ninguém na história ficou tão rico em tão tenra idade. Bankman Fried confessa que o segredo para este sucesso reside no facto de “não ser um crente, mas um mercenário no mundo das criptomoedas”.
Elon Musk diz que quer salvar a humanidade, Steve Jobs garantiu que lutava para “tornar tudo mais simples”, já o fundador da FTX reconhece que quer “ganhar dinheiro para dar”, ainda que segundo as contas da Forbes, o multimilionário só tenha doado até ao momento 0,01% do seu património.