Desde 2010, a Polícia Judiciária contabilizou 63 menores até 14 anos assassinados em contexto familiar, indicou esta terça-feira o ‘Correio da Manhã, citando dados do Instituto de Apoio à Criança.
Em causa, relatou o jornal diário, estão crimes consumados e dolosos de infanticídio (17), homicídio (41) e exposição ou abandono com resultado morte (5), desde janeiro de 2010 até dezembro de 2024. “Quando os laços familiares devem proteger, parte da realidade mostra-nos o contrário”, referiu a Polícia Judiciária.
2010 foi o ano mais trágico, com 10 vítimas mortais: seguem-se 2022, com 7 – 48 das 63 vítimas tinham até 3 anos, nove entre os 4 e 7 anos; e seis entre os 8 e 13 anos.
A maioria dos crimes foi cometida pela mãe, seguindo-se o pai, os pais em conjunto e só depois os padrastos e avôs.







