O LinkedIn subscreveu, esta sexta-feira, o código de conduta voluntário da União Europeia de combate ao discurso de ódio ilegal online, juntando-se a outras gigantes como a Microsoft, Facebook e YouTube, segundo a Reuters.
A manobra ocorre depois de as redes sociais e outras plataformas online terem recebido várias propostas legislativas dos dois lados do Atlântico que exigiam um maior ação para conter o discurso de ódio online e a desinformação, tendo sido simultaneamente acusadas de ajudar a alimentar uma onda de ataques racistas em alguns países.
Criado pela Comissão Europeia há cinco anos, o código da UE também conta com o apoio do Twitter, Instagram, Snapchat, Dailymotion, Jeuxvideo.com e Tiktok.
As empresas que assinaram o código devem ter regras e padrões da comunidade que proíbam o discurso de ódio nas suas plataformas, bem como sistemas e equipas para rever esse conteúdo sinalizado, devendo tomar medidas rápidas para remover o conteúdo.
“Convido mais empresas para se associarem, para que o mundo online seja livre de ódio”, afirmou o comissário europeu para a Justiça, Didier Reynders.














