O Governo quer um maior envolvimento das Forças Armadas nas operações de combate aos fogos, assim como uma ampliação da frota dos meios aéreos no próximo ao, revelou o jornal ‘Público’: segundo informações do Ministério da Defesa, em 2026 haverá mais quatro aeronaves próprias a operar, sendo que os aviões Canadair apenas chegarão em 2029 e 2030.
Nos meios das Forças Armadas vão ser incluídos, na frota própria do Estado, vão estar dois helicópteros UH-60 Black Hawk: dos nove encomendados, quatro já chegaram. Ainda vão ser usados dois C130 com kits de combate a incêndios MAFFS II, que podem despejar 12 mil litros de água ou calda retardante.
Estes meios vão reforçar os que são atualmente utilizados no combate aos incêndios: dois helicópteros Koala AW119, para reconhecimento, avaliação e coordenação, três helicópteros Ecureill ASB-350B3, para combate direto aos fogos, duas aeronaves de asa fixa P3 e C295, para ações de vigilância e dissuasão – haverá também, embora sem detalhes, sistemas aéreos não tripulados, incluindo sensores térmicos.
O Ministério da Defesa destacou ao jornal diário a atuação das Forças Armadas no combate aos fogos, desde o patrulhamento de vigilância e deteção ao destacamento de engenharia, assim como apoio psicológico, logístico ou de transportes e comunicações táticas. “As FA já estão presentes no combate à incêndios”, reforçou o gabinete de Nuno Melo, lembrando que o Executivo está “a investir no reforço de meios próprios para utilização no futuro próximo”.














