Dívida das famílias, empresas e Estado recua 5.000 milhões em outubro

O endividamento do setor não financeiro (administrações públicas, empresas e particulares) recuou 5.000 milhões de euros em outubro, face a setembro, para 793.666,97 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).

Executive Digest com Lusa
Dezembro 21, 2022
12:35

O endividamento do setor não financeiro (administrações públicas, empresas e particulares) recuou 5.000 milhões de euros em outubro, face a setembro, para 793.666,97 milhões de euros, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).

Desde total, 440.607,11 milhões de euros respeitam o setor privado (empresas privadas e particulares) e 353.059,86 milhões de euros o setor público (administrações públicas e empresas públicas).

Em setembro, o endividamento do setor não financeiro era de 798.668,44 milhões de euros.

De acordo com o BdP, o endividamento do setor público diminuiu 4.947,22 milhões de euros, “com destaque para a diminuição do endividamento junto do setor financeiro (4,1 mil milhões de euros) e do exterior (2,5 mil milhões de euros)”.

Já o endividamento do setor público perante as administrações públicas e os particulares subiu, respetivamente, “1,0 mil milhões de euros e 0,7 mil milhões de euros”.

A dívida do setor público “reduziu-se 0,1 mil milhões de euros”, sendo que “esta evolução resultou, principalmente, da diminuição do endividamento das empresas privadas, de 0,2 mil milhões de euros”.

Segundo as estatísticas do endividamento do setor não financeiro atualizadas para outubro de 2022, “o endividamento das empresas privadas diminuiu perante o setor financeiro (1,3 mil milhões de euros), mas aumentou junto do exterior (1,1 mil milhões de euros). O endividamento dos particulares cresceu 0,1 mil milhões de euros, essencialmente junto do setor financeiro”.

Em outubro, o endividamento das empresas privadas cresceu 2,8% comparativamente com outubro de 2021, o que correspondeu a uma desaceleração de 0,1 pontos percentuais em relação ao mês anterior, e o endividamento dos particulares subiu 3,6% homólogos, “valor inferior ao verificado em setembro (3,7%)”.

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