O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, conclui esta sexta-feira o seu período de férias de final de ano, que decorreu até hoje, tendo durante estes dias sido substituído por dois membros do seu executivo, conforme anunciado pelo gabinete do chefe do Governo à Lusa.
Segundo a informação oficial, a substituição do primeiro-ministro iniciou-se com o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, que assumiu interinamente as funções até terça-feira, garantindo a continuidade da liderança do executivo durante a ausência de Montenegro. Posteriormente, até ao final do período de férias, o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, assumiu a responsabilidade interina pelas funções do primeiro-ministro.
De acordo com a fonte oficial do gabinete, Luís Montenegro aproveitou estes dias de descanso para passar tempo com a família, longe das agendas políticas intensas. Apesar da ausência do primeiro-ministro, o funcionamento regular do Governo foi assegurado através das substituições previamente definidas, evitando qualquer descontinuidade na tomada de decisões.
Durante o período em que Montenegro esteve ausente, Paulo Rangel foi responsável por decisões urgentes de política externa e assuntos de Estado até terça-feira. Já Joaquim Miranda Sarmento assumiu a liderança interina do executivo até ao final das férias do primeiro-ministro, cobrindo áreas prioritárias como finanças públicas, gestão orçamental e coordenação de políticas económicas.
Estas substituições refletem a prática habitual de assegurar a continuidade do Governo durante períodos de ausência do chefe do executivo, permitindo a manutenção de decisões estratégicas e a supervisão de setores críticos do Estado.
Com o término das férias de Montenegro, o primeiro-ministro retoma esta sexta-feira a sua agenda oficial, assumindo novamente todas as responsabilidades inerentes ao cargo. A expectativa é que o Governo recomece as atividades plenas e que as substituições interinas cessam, garantindo total normalidade administrativa e política.
O período de férias de final de ano assinala também o encerramento de uma fase de descanso no executivo antes do arranque das prioridades legislativas e de governação para 2026.














