Ministro diz que as escolas vão ser as primeiras a desconfinar

O ministro da educação garante que «as escola serão as primeiras a abrir», assim que estiverem reunidas as condições para tal, uma vez que o ensino presencial nunca pode ser substituído. 

Executive Digest
Fevereiro 8, 2021
11:49

Em dia de arranque de ensino à distância, Tiago Brandão Rodrigues, ministro da educação, garante que «as escolas foram as últimas a fechar e serão as primeiras a abrir», assim que estiverem reunidas as condições para tal, uma vez que o ensino presencial nunca pode ser substituído.

Em declarações ao ‘Fórum TSF’ na manhã desta segunda-feira, o responsável não se comprometeu com uma data para a reabertura, mas mostrou a intenção de que fosse o mais rápido possível. «As escolas foram as últimas a fechar e têm de ser das primeiras infraestruturas a abrir, a começar pelos mais novos, que têm mais dificuldades em lidar com os meios tecnológicos», afirmou.

O responsável defendeu uma ideia já avançada quando anunciou as aulas online, de que «não podemos normalizar e sobrevalorizar o ensino à distância», visto que o ensino presencial continua a ser uma prioridade. «Esperamos que esta paragem de duas semanas possa para compensar mais tarde, com ensino presencial, no Carnaval, na Páscoa e no final do ano», adiantou citado pela ‘TSF’.

Sobre o arranque do ensino à distância, Tiago Brandão Rodrigues garante que «as escolas estão preparadas para acolher e ajudar os alunos» neste regresso, que marca o dia de hoje. «Pais, alunos, professores estão todos melhor preparados agora depois dessa experiência», acrescentou.

Apesar de a retoma do ensino à distância não ser o ideal, o ministro da educação justifica a opção com a salvaguarda da saúde pública de toda a comunidade. «Agora existe um bem maior, que é saúde pública e a saúde das nossas comunidades escolares», contudo, desvaloriza que as escolas desempenhem um papel relevante na propagação da pandemia

«Começamos a ver uma redução da pandemia, que, em algumas zonas do país começou ainda antes do encerramento das escolas; no resto do território começou a notar-se dois dias depois do início da pausa letiva», referiu Tiago Brandão Rodrigues. «Sabendo-se do período de incubação desta doença (entre dois a 14 dias), não há uma implicação formal da escola na pandemia», adiantou ainda.

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