Médio Oriente: Montenegro saúda Trump por “empenho na obtenção da paz”

Chefe do Governo felicita o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, “por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente” e sublinha que, “com o cessar-fogo, renasce a esperança”

Executive Digest com Lusa
Outubro 9, 2025
10:01

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, saudou hoje a libertação dos reféns pelo Hamas programada para segunda-feira e felicitou Donald Trump “por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente”.

“Saúdo a libertação dos reféns que todos esperávamos há mais de dois anos e a assinatura do acordo que a permite”, afirmou Luís Montenegro na rede social X.

Na mesma publicação, o chefe do Governo felicita o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, “por este sucesso e por todo o empenho na obtenção da paz no Médio Oriente” e sublinha que, “com o cessar-fogo, renasce a esperança”.

O Exército israelita anunciou hoje que iniciou os preparativos e está a estabelecer um protocolo para recuar em breve para a linha que foi estabelecida para a primeira fase da sua retirada após acordo.

Esta retirada deverá ocorrer antes de segunda-feira, dia em que Donald Trump anunciou que as milícias de Gaza, lideradas pelo Hamas, vão entregar os reféns mantidos em Gaza.

De acordo com o jornal Haaretz, esta primeira fase da retirada vai garantir que o Hamas localize os reféns, mantidos pelo seu braço armado (as Brigadas Al Qassam), mas também por outros grupos, como a Jihad Islâmica Palestiniana.

De acordo com as autoridades israelitas, dos 48 reféns mantidos em Gaza, cerca de 20 ainda estarão vivos.

Donald Trump anunciou na quarta-feira que Israel e o movimento islamita aceitaram a “primeira fase” do seu plano de paz, que prevê a retirada parcial das tropas israelitas da Faixa de Gaza e a libertação dos reféns ainda vivos em troca de prisioneiros palestinianos.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, descreveu o acordo como “um avanço desesperadamente necessário” e apelou para a sua plena implementação, sublinhando que “é uma oportunidade para reconhecer o direito à autodeterminação do povo palestiniano e avançar para uma solução de dois Estados”.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.