Mau tempo: Número de clientes da E-Redes sem energia baixa para 32 mil

O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente diminuiu para 32 mil, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin, segundo o mais recente balanço da empresa.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 13, 2026
21:23

O número de clientes da E-Redes sem abastecimento de energia elétrica no continente diminuiu para 32 mil, a maioria nas zonas de maior impacto da depressão Kristin, segundo o mais recente balanço da empresa.


A E-Redes apontou que, na zona mais crítica estavam até às 17:30 de hoje sem energia 22 mil clientes.


No total do continente, eram 32 mil clientes sem energia, devido ao surgimento de novas avarias e situações de inundações, acrescentou.


Num balanço relativo às 08:00 de hoje, a empresa indicou que nessa zona mais crítica, a essa hora, estavam ainda cerca de 36 mil clientes sem energia, num total de 45 mil em todo o continente.


“A E-Redes tem continuado focada em restabelecer o fornecimento de energia elétrica, em particular nas zonas de maior impacto da depressão Kristin”, destacou a empresa.


“Reforçamos o alerta para que, caso identifique infraestruturas elétricas caídas ou danificadas, se mantenha afastado e reporte a situação à E-REDES (800 506 506 ou balcaodigital.e-redes.pt)”, apontou ainda.


Na quinta-feira, a E-Redes tinha indicado que, pelas 08:00, havia um total de 33 mil clientes sem abastecimento de energia elétrica devido a avarias, a maioria delas, 25 mil, em zonas afetadas pela depressão Kristin, que ocorreu há duas semanas.


Na altura, mais de um milhão de clientes ficaram sem energia.


Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


 

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