Mau tempo: Meo mobilizou segunda Viatura de Operações para o concelho de Pombal

A Meo mobilizou uma segunda Viatura de Operações de Intervenção Rápida (VOIR) para o concelho de Pombal, mantendo a primeira posicionada na zona Ourém-Caxarias, de acordo com fonte oficial da operadora.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 4, 2026
13:38

A Meo mobilizou uma segunda Viatura de Operações de Intervenção Rápida (VOIR) para o concelho de Pombal, mantendo a primeira posicionada na zona Ourém-Caxarias, de acordo com fonte oficial da operadora.

Paralelamente, “a empresa mantém no terreno outros meios alternativos de emergência, nomeadamente grupos geradores, cell-sites transportáveis, feixes hertzianos e equipamentos VSAT”, acrescentou fonte oficial.

Atualmente, todas as localidades sede de concelho dispõem de cobertura de rede móvel.

A Meo continua a trabalhar “em estreita articulação com as autoridades e a Proteção Civil, contando hoje com a presença no terreno do administrador para as operações, que se reuniu com várias autarquias das zonas mais afetadas”.

A operadora de comunicações tem cerca de 1.500 técnicos no terreno, “a operar de forma contínua e incansável, com o objetivo de repor, com a máxima rapidez e segurança, as comunicações das populações atingidas”.

De acordo com a operadora, “os trabalhos mantêm-se, contudo, dependentes da reposição do fornecimento de energia elétrica, bem como das condições atmosféricas adversas e do estado do terreno nas áreas afetadas”.

Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

ALU // CSJ

Lusa/Fim

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