Mau tempo: Empresa intermunicipal garante qualidade da água no Pinhal Interior

A APIN — Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior garantiu hoje a qualidade da água distribuída para consumo humano, referindo que se encontra “em perfeitas condições de segurança e qualidade” e a cumprir os parâmetros legais.

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 12, 2026
11:48

A APIN — Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior garantiu hoje a qualidade da água distribuída para consumo humano, referindo que se encontra “em perfeitas condições de segurança e qualidade” e a cumprir os parâmetros legais.

Em articulação com as entidades que lhe fornecem água em alta, a APIN tem estado no terreno “a acompanhar permanentemente os sistemas de abastecimento, garantindo a continuidade do serviço, bem como a qualidade e segurança da água fornecida à população, apesar das adversidades sentidas”.

“Não existe qualquer indicação que justifique desconfiança quanto à qualidade da água da torneira nos municípios da área de intervenção da APIN”, frisou, numa nota divulgada nas redes sociais.

Segundo a empresa intermunicipal, “as análises laboratoriais planeadas estão a ser integralmente executadas” e “a qualidade da água é monitorizada de forma regular e contínua, desde a produção até ao ponto de entrega aos utilizadores”.

“A Autoridade de Saúde encontra-se igualmente no terreno a realizar colheitas complementares, reforçando a verificação independente da qualidade da água”, acrescentou.

No entanto, a APIN avisou que, “após reposições de abastecimento ou variações operacionais, pode verificar-se, de forma pontual, alteração temporária do aspeto da água (por exemplo, água esbranquiçada), geralmente associada à presença de ar ou à mobilização de partículas nas condutas”.

Quando estas situações ocorrerem, deve deixar-se “correr a água durante alguns instantes até esta se apresentar limpa e transparente”, explicou.

Esta empresa é constituída exclusivamente por capitais públicos dos dez municípios aderentes – Alvaiázere, Ansia~o, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, e Góis, Lousã, Pampilhosa da Serra, Penela e Vila Nova de Poiares, no distrito de Coimbra.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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