O Bankinter Portugal ativou um conjunto de medidas de apoio, face ao impacto da tempestade Kristin, incluindo linhas de financiamento com condições bonificadas.
“Na sequência dos impactos causados pela tempestade Kristin, o Bankinter Portugal manifesta a sua solidariedade para com todas as pessoas e empresas afetadas. O banco está a acompanhar a situação no terreno […] e disponibiliza um conjunto de medidas de apoio, incluindo linhas de financiamento com condições bonificadas”, anunciou hoje, em comunicado.
O banco disse ainda estar em contacto com os seus clientes das regiões mais afetadas, nomeadamente no distrito de Leiria, para identificar as suas necessidades concretas.
Para os clientes particulares, a instituição financeira disponibiliza conduções bonificadas para financiamento de obras e reabilitação de habitação, com isenção de comissões iniciais.
Já para as empresas foram definidas condições de “prioridade e celeridade” na análise e decisão de operações de financiamento apresentadas neste âmbito.
Internamente, o banco contactou os seus colaboradores que trabalham ou vivem nas regiões afetadas, tendo definido medidas de apoio específicas, que não detalhou.
“O Bankinter acompanha de forma próxima os impactos da tempestade, assumindo o seu papel de apoio às famílias e empresas afetadas. Estamos focados em disponibilizar soluções concretas que contribuam para a retoma da normalidade e para a estabilidade das comunidades onde estamos presentes”, afirmou, citado na mesma nota, o ‘country manager’ do Bankinter Portugal, Alberto Ramos.
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.
Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.














