A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) está a recolher informação junto das empresas do setor para apurar dados sobre o impacto da depressão Kristin “relativamente aos danos cobertos por seguro”, disse à Lusa fonte oficial da entidade.
A mesma fonte da APS, associação que representa mais de 99% do mercado segurador nacional, indicou que “as equipas das empresas de seguros estão já no terreno a avaliar os prejuízos e a ajudar os clientes afetados” pela intempérie que provocou danos pessoais e materiais em várias regiões.
Reafirmou ainda a necessidade de se encarar os “eventos extremos da natureza e dos riscos catastróficos de forma integrada”, assim como a “disponibilidade do setor segurador para ser parte de uma solução abrangente que permita assegurar maior proteção aos cidadãos e empresas afetadas por estas catástrofes”.
A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.
Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.














