O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros prometeu hoje que o Governo manterá as contas certas, e “mais do que certas, justas”, e “ânimo reformista”, apesar da situação de incerteza internacional.
“Nem por um segundo, as incertezas da conjuntura internacional retiram ou diminuem o ânimo reformista a este Governo. Muito pelo contrário: é por sabermos que há sérias dificuldades e incertezas na frente externa, que temos de reforçar e redobrar o nosso esforço e o nosso empenho na frente interna”, afirmou Paulo Rangel, na intervenção de encerramento do debate sobre o Programa do XXV Governo Constitucional no parlamento.
O ministro defendeu, em especial, uma das prioridades do Governo: “Vamos reformar o Estado, agilizá-lo, em vez de um Estado flácido e gordo, queremos um Estado forte e elegante, a bem dizer, atlético”, disse.
Rangel assegurou que as prioridades do Governo serão feitas com equilíbrio orçamental e dirigiu-se, em particular, ao candidato único à liderança do PS, José Luís Carneiro.
“Vamos fazê-lo com boas contas e com contas certas. Mas não vamos chamar-lhe, à maneira enviesada dos nossos antecessores, contas certas. Vamos chamar-lhes contas justas. Porque elas são certas, mas não são cegas. Elas são justas: estão de olhos abertos para as necessidades concretas das pessoas e para o Estado social”, defendeu.














