“Manteremos durante o mês de maio a obrigatoriedade do teletrabalho”, que em junho será gradualmente retirado, disse o ministro da Economia e Transição Digital, Siza Vieira, na sessão plenária, desta quinta-feira.
No Parlamento, Siza Vieira deu ainda detalhes sobre o que se segue: “Os portugueses continuarão a manter o dever cívico de recolhimento o que implica que as nossas deslocação devam ser limitadas a um conjunto limitado de atividades. Iremos permitir a reabertura do comercio a retalho com área ate 200m2 e acesso direto para rua, iremos também permitir abertura de livrarias, stands de automóvel, barbearias e cabeleireiros. E manteremos durante todo o mês de maio a obrigatoriedade do teletrabalho”, disse.
Em junho, o teletrabalho irá ser levantado aos poucos, se a evolução da pandemia o permitir.
O ministro deu ainda nota de que o país será obrigado a deslocar-se com máscaras, assim como em locais fechados.
Quanto às reaberturas em maio, o governante confirmou a dos reabrem serviços públicos, sendo que os espaços de restauração e cafés, com lotação a metade, ainda virão a seguir.
Apesar de ter acabado o estado de emergência, o Governo irá na mesma aprovar no decreto que regula a nova fase de desconfinamento, que as pessoas terão de manter o “dever cívico de recolhimento”, uma expressão utilizada desde o primeiro decreto de confinamento.
O que significa, disse Siza Vieira que isso implica que as “deslocações” sejam limitadas a algumas atividades.
A lista das atividades permitidas ainda não é conhecida, mas não deve ser muito diferente das anteriores. Por trabalho, para assistência, para compras em supermercados e farmácias e por motivos de força maior.














