O funeral de Brigitte Bardot realizar-se-á esta quarta-feira, na cidade francesa de Saint-Tropez, antecedido de uma cerimónia religiosa transmitida em direto, disse a fundação da antiga atriz à Agência France-Presse (AFP).
De acordo com a Fundação Brigitte Bardot, o funeral da atriz, que morreu no domingo aos 91 anos, será “privado e confidencial”.
A cerimónia que precede o funeral, apenas para convidados, decorrerá na igreja de Nossa Senhora da Assunção, e será transmitida em direto para o porto e para a praça central daquela cidade do Sul de França, adianta a AFP.
O funeral privado será seguido de “uma homenagem aberta a todos os habitantes de Saint-Tropez e aos seus admiradores”, disse fonte da fundação à agência francesa de notícias.
Em 2018, Brigitte Bardot disse ao jornal ao jornal ‘Le Monde’ que desejava ser sepultada em La Madrague, a propriedade em Saint-Tropez que adquirira no final da década de 1950, onde residia e onde morreu no passado domingo.
“Prefiro descansar aqui do que no cemitério de Saint-Tropez, onde um bando de idiotas poderia danificar os túmulos dos meus pais e avós”, disse nessa entrevista, agora recordada pela ‘AFP’.
O cemitério está virado para o Mediterrâneo. Além da família de Bardot, outras personalidades estão ali sepultadas, incluindo o primeiro marido da atriz, o realizador Roger Vadim.
Dele, disse Bardot: “Fez de mim quem sou”, numa referência direta ao filme E Deus Criou a Mulher, de 1956, que catapultou a atriz e a vila piscatória para as manchetes dos jornais.
De acordo com a AFP, já foram feitos apelos para a realização de uma homenagem nacional a Brigitte Bardot, cabendo a decisão à Presidência da República.













