Redes sociais sugerem casamento entre filho de Trump e princesa dinamarquesa para resolver disputa pela Gronelândia

A teoria, assumidamente absurda, ganhou tração sobretudo na rede social ‘X’, onde utilizadores recorreram a trocadilhos que misturam política externa, monarquia e heranças dinásticas

Executive Digest
Janeiro 13, 2026
10:11

A tensão diplomática em torno da Gronelândia ganhou, nas últimas horas, um contorno inesperado e insólito. Depois de Donald Trump ter admitido estar disposto a colocar em causa a própria NATO caso a Dinamarca recusasse negociar o território do Ártico, as redes sociais reagiram com humor, propondo uma solução alternativa sob a forma de um casamento real estratégico.

As publicações multiplicaram-se a sugerir que Barron Trump, o filho mais novo do presidente americano, poderia casar-se com a princesa Isabella da Dinamarca, filha dos príncipes herdeiros Frederik e Mary, numa alegada “terceira via diplomática” para resolver o impasse sobre a soberania da Gronelândia.

A teoria, assumidamente absurda, ganhou tração sobretudo na rede social ‘X’, onde utilizadores recorreram a trocadilhos que misturam política externa, monarquia e heranças dinásticas. Um dos comentários mais partilhados ironizava que o movimento MAGA defendia o casamento de Barron Trump com a princesa dinamarquesa para que a Gronelândia fosse entregue aos Estados Unidos como herança. Outros sugeriam que a união tornaria automática a transferência do território para Washington.

Humor nasce de uma polémica recorrente

A onda de humor surgiu na sequência de novos comentários de Trump sobre a possibilidade de voltar a tentar adquirir a Gronelândia, um objetivo que já tinha provocado polémica internacional durante o seu mandato, em 2019. Na altura, o então presidente classificou a eventual compra do território como “um grande negócio imobiliário”.

Apesar das brincadeiras nas redes sociais, a posição oficial permanece inalterada. A Dinamarca e os Governos locais da Gronelândia rejeitaram reiteradamente qualquer hipótese de negociação, sublinhando que a ilha, considerada estrategicamente vital no Atlântico Norte, não está à venda nem sujeita a trocas diplomáticas.

O episódio ilustra a forma como declarações políticas com impacto geopolítico continuam a gerar reações virais no espaço digital, onde o humor e a sátira funcionam como resposta imediata a discursos considerados provocatórios ou irrealistas.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.