A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, defendeu junto dos restantes líderes da União Europeia que confrontar diretamente o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seria um erro estratégico, alertando que a Europa teria mais a perder num conflito político e económico com Washington. A posição foi transmitida em conversas à porta fechada durante a cimeira europeia realizada esta semana em Bruxelas.
Segundo vários responsáveis europeus com conhecimento direto das conversações, citados pelo Politico, Meloni pediu aos seus homólogos que mantivessem a calma e evitassem tratar Trump como uma figura imprevisível ou irracional, classificações que, nos bastidores, têm sido usadas por alguns dirigentes europeus desde o início de 2026, marcado por fortes tensões transatlânticas.
A líder italiana argumentou que a Europa deve adotar uma abordagem pragmática e evitar uma escalada política com os Estados Unidos, sublinhando que um choque direto com a administração norte-americana colocaria em risco interesses económicos, comerciais e estratégicos fundamentais para o bloco comunitário.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, defendeu junto dos restantes líderes da União Europeia que confrontar diretamente o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, seria um erro estratégico, alertando que a Europa teria mais a perder num conflito político e económico com Washington. A posição foi transmitida em conversas à porta fechada durante a cimeira europeia realizada esta semana em Bruxelas.
Segundo vários responsáveis europeus com conhecimento direto das conversações, Meloni pediu aos seus homólogos que mantivessem a calma e evitassem tratar Trump como uma figura imprevisível ou irracional, classificações que, nos bastidores, têm sido usadas por alguns dirigentes europeus desde o início de 2026, marcado por fortes tensões transatlânticas.
A líder italiana argumentou que a Europa deve adotar uma abordagem pragmática e evitar uma escalada política com os Estados Unidos, sublinhando que um choque direto com a administração norte-americana colocaria em risco interesses económicos, comerciais e estratégicos fundamentais para o bloco comunitário.














