Conheça as cinco escolas portuguesas distinguidas entre as melhores da Europa pelo Financial Times

Este ano, cinco escolas de Gestão nacionais estão no Ranking das Business Schools Europeias do Financial Times, que avalia um total de 95 organizações e que se baseia nas pontuações globais que cada escola obteve para cada classificação nos seguintes rankings da publicação: Mestrado em Gestão, Formação de Executivos, MBA e EMBA.

Beatriz Cavaca
Dezembro 5, 2022
0:07

Este ano, cinco escolas de Gestão nacionais estão no Ranking das Business Schools Europeias do Financial Times, que avalia um total de 95 organizações e que se baseia nas pontuações globais que cada escola obteve para cada classificação nos seguintes rankings da publicação: Mestrado em Gestão, Formação de Executivos, MBA e EMBA.

A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) ocupa o 24º lugar no ranking do Financial Times das melhores Escolas de Gestão da Europa. Segue-se a Católica-Lisbon na 27ª posição e mais três universidades portuguesas.

A conquista da Nova SBE representa uma subida de 3 posições neste ranking e confirma o trajeto ascendente da universidade no contexto internacional bem como mantém a sua liderança no que diz respeito a Portugal.

Daniel Traça, Dean da Nova SBE, destaca: “Na Nova SBE estamos muito satisfeitos com este resultado que é a consolidação do trabalho que temos vindo a fazer nos rankings. É com grande satisfação que somos já cinco escolas portuguesas a figurar no ranking, o que demonstra a excelente qualidade do ensino em Portugal”.

Já a Católica-Lisbon, que a segue no ranking, sobe, em 2022, novamente duas posições, sendo que desde 2007 é destacada anualmente nos Rankings Globais do Financial Times como uma das melhores Business Schools Europeias. Segundo a universidade, tal deve-se à qualidade e diversidade do seu corpo docente, à excelência dos seus programas, à confiança das empresas na qualidade da escola, aos níveis de empregabilidade e à progressão salarial e de carreira dos seus alunos.

Para Filipe Santos, Diretor da Católica Lisbon School of Business & Economics, “é motivo de orgulho estarmos a subir de forma consistente no ranking das melhores Business Schools europeias e prestigiarmos Portugal com uma das Escolas mais internacionais na Europa. Sermos destacados pelo Financial Times como uma das escolas topo da Europa desde 2007 é para nós motivo de grande satisfação. A CATÓLICA-LISBON, que celebra este ano o seu 50º aniversário, é um hub de atração de talento de docentes e alunos de nível mundial, um gerador de conhecimento de ponta em economia e gestão, e uma verdadeira rampa de lançamento para uma carreira de sucesso com verdadeiro impacto na sociedade”.

Além destas universidades, sublinha-se que constam do ranking mais três instituições de ensino nacionais, nomeadamente: a Faculdade de Economia da Universidade do Porto, na 59ª posição, o ISEG – Lisbon School of Economics and Management, na 65ª posição, e o Iscte Business School (IBS), na 67ª posição.

No caso do ISEG, este destaca-se especialmente pela sua classificação no ranking de Executive MBA, em que o ISEG MBA obteve a 62ª posição a nível europeu, e nos rankings de Executive Education, em que tanto os programas abertos como os programas customizados do ISEG Executive Education entraram diretamente para o Top 35 a nível Europeu.

Para João Duque, presidente do ISEG, “depois da estreia do ISEG no ranking da Formação de Executivos e da consolidação da posição do Master in Finance no ranking de Mestrados em Finanças, a entrada para a elite das Business Schools da Europa é uma excelente notícia que confirma o percurso notável que o ISEG tem vindo a fazer na qualidade e na internacionalização do ensino e da investigação”.

Por sua vez, o Iscte Business School explica o seu sucesso com o aumento salarial ganho com o Executive Master Business Administration (EMBA) e o mestrado em Gestão, o vencimento atual dos ex-estudantes, a percentagem de corpo docente feminino e a quantidade de docentes com doutoramento. Os graduados do Iscte Executive Education com EMBA têm, em média, um aumento salarial de 34% nos três anos seguintes à conclusão do programa e auferem mais de 107 mil euros por ano, segundo a instituição.

Assim, para José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, “a IBS estar entre as 95 melhores escolas da Europa em Gestão é um belíssimo resultado. Estarmos entre os 60 melhores Executive MBA da Europa é também um belíssimo resultado. Relembre-se que, na Europa, há mais de 300 ofertas universitárias de MBA. Estamos, portanto, no topo dos 20% melhores”.

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