Este ano, cinco escolas de Gestão nacionais estão no Ranking das Business Schools Europeias do Financial Times, que avalia um total de 95 organizações e que se baseia nas pontuações globais que cada escola obteve para cada classificação nos seguintes rankings da publicação: Mestrado em Gestão, Formação de Executivos, MBA e EMBA.
A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) ocupa o 24º lugar no ranking do Financial Times das melhores Escolas de Gestão da Europa. Segue-se a Católica-Lisbon na 27ª posição e mais três universidades portuguesas.
A conquista da Nova SBE representa uma subida de 3 posições neste ranking e confirma o trajeto ascendente da universidade no contexto internacional bem como mantém a sua liderança no que diz respeito a Portugal.
Daniel Traça, Dean da Nova SBE, destaca: “Na Nova SBE estamos muito satisfeitos com este resultado que é a consolidação do trabalho que temos vindo a fazer nos rankings. É com grande satisfação que somos já cinco escolas portuguesas a figurar no ranking, o que demonstra a excelente qualidade do ensino em Portugal”.
Já a Católica-Lisbon, que a segue no ranking, sobe, em 2022, novamente duas posições, sendo que desde 2007 é destacada anualmente nos Rankings Globais do Financial Times como uma das melhores Business Schools Europeias. Segundo a universidade, tal deve-se à qualidade e diversidade do seu corpo docente, à excelência dos seus programas, à confiança das empresas na qualidade da escola, aos níveis de empregabilidade e à progressão salarial e de carreira dos seus alunos.
Para Filipe Santos, Diretor da Católica Lisbon School of Business & Economics, “é motivo de orgulho estarmos a subir de forma consistente no ranking das melhores Business Schools europeias e prestigiarmos Portugal com uma das Escolas mais internacionais na Europa. Sermos destacados pelo Financial Times como uma das escolas topo da Europa desde 2007 é para nós motivo de grande satisfação. A CATÓLICA-LISBON, que celebra este ano o seu 50º aniversário, é um hub de atração de talento de docentes e alunos de nível mundial, um gerador de conhecimento de ponta em economia e gestão, e uma verdadeira rampa de lançamento para uma carreira de sucesso com verdadeiro impacto na sociedade”.
Além destas universidades, sublinha-se que constam do ranking mais três instituições de ensino nacionais, nomeadamente: a Faculdade de Economia da Universidade do Porto, na 59ª posição, o ISEG – Lisbon School of Economics and Management, na 65ª posição, e o Iscte Business School (IBS), na 67ª posição.
No caso do ISEG, este destaca-se especialmente pela sua classificação no ranking de Executive MBA, em que o ISEG MBA obteve a 62ª posição a nível europeu, e nos rankings de Executive Education, em que tanto os programas abertos como os programas customizados do ISEG Executive Education entraram diretamente para o Top 35 a nível Europeu.
Para João Duque, presidente do ISEG, “depois da estreia do ISEG no ranking da Formação de Executivos e da consolidação da posição do Master in Finance no ranking de Mestrados em Finanças, a entrada para a elite das Business Schools da Europa é uma excelente notícia que confirma o percurso notável que o ISEG tem vindo a fazer na qualidade e na internacionalização do ensino e da investigação”.
Por sua vez, o Iscte Business School explica o seu sucesso com o aumento salarial ganho com o Executive Master Business Administration (EMBA) e o mestrado em Gestão, o vencimento atual dos ex-estudantes, a percentagem de corpo docente feminino e a quantidade de docentes com doutoramento. Os graduados do Iscte Executive Education com EMBA têm, em média, um aumento salarial de 34% nos três anos seguintes à conclusão do programa e auferem mais de 107 mil euros por ano, segundo a instituição.
Assim, para José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, “a IBS estar entre as 95 melhores escolas da Europa em Gestão é um belíssimo resultado. Estarmos entre os 60 melhores Executive MBA da Europa é também um belíssimo resultado. Relembre-se que, na Europa, há mais de 300 ofertas universitárias de MBA. Estamos, portanto, no topo dos 20% melhores”.














