Boris Johnson poderá ficar na cadeira de primeiro-ministro do Reino Unido apenas durante mais seis meses. De acordo com Humphry Wakefield, sogro do conselheiro Dominic Cummings, o governante planeia demitir-se já em Fevereiro de 2021. O The Times of London avança que na origem da decisão estarão problemas de saúde associados ao novo coronavírus.
O diário inglês revela que Humphry Wakefield partilhou os planos de Boris Johnson durante uma visita da repórter Anna Silveman ao Chillingham Castle, em Northumberland, do qual é proprietário.
Em conversa com a jornalista, terá mencionado a vontade de Boris Johnson sair do governo, tendo comparado a condição do primeiro-ministro com a de um cavalo magoado que regressa ao trabalho demasiado cedo: «Se se colocar um cavalo de novo a trabalhar quando está ferido, nunca irá recuperar.»
Fonte de Downing Street nega, porém, esta possibilidade. Em declarações ao Business Insider, garante que se trata de uma afirmação sem sentido.
Recorde-se que Boris Johnson passou cinco dias numa unidade de cuidados intensivos, em Abril, depois de ser infectado com o novo coronavírus. Na altura, após recuperação, contou ter sido um momento difícil e que os médicos tinham mesmo já preparada uma estratégia para o caso de a doença resultar na sua morte.














