Hoje celebra-se o 40º aniversário do Acordo de Schengen, celebrado a 14 de junho de 1985, na pequena aldeia de Schengen, no sul do Luxemburgo, que visou suprimir os controlos nas fronteiras internas e instaurar um regime de livre circulação.
Este acordo histórico foi assinado por Wim van Eekelen pelos Países Baixos, Robert Goebbels pelo Luxemburgo, Catherine Lalumière pela França, Waldemar Schreckenberger pela Alemanha e Paul De Keersmaeker pela Bélgica.
A convenção entrou em vigor a 26 de março de 1995 e foram suprimidos os controlos nas fronteiras, pelo que os cidadãos dos países signatários passaram a poder viajar, trabalhar e viver em qualquer desses países sem formalidades especiais. Foi incorporado no Tratado de Amesterdão, a 2 de outubro de 1997.
O espaço sem controlos nas fronteiras internas alargou-se e, atualmente, é possível circular livremente nos 29 países europeus que integram o Espaço Schengen – 25 países da União Europeia: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária (apenas fronteiras internas aéreas e marítimas), Rep. Checa, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, França, Finlândia, Grécia, Hungria, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polónia, Portugal, Roménia (apenas fronteiras internas aéreas e marítimas) e Suécia, e ainda quatro países que não são membros da União Europeia: Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.
Portugal assinou o acordo, juntamente com Espanha, a 25 de junho de 1991.














