“Os parques infantis são locais nos quais o contacto com superfícies comuns é inerente ao fim para o qual se destinam”, afirma a Direcção-Geral da Saúde (DGS), justificando a recomendação de encerramento deste tipo de equipamentos. Questionada pela Renascença, a entidade de saúde refere que estes locais “propiciam ainda o cruzamento entre crianças que circulam”.
Recorde-se que várias Câmaras Municipais já abriram parques infantis, tendo em conta que se trata de uma actividade ao ar livre. Porém, não é essa a indicação deixada agora pela DGS: “Tendo em conta a avaliação de riscos efectuada e os factores referidos, a Direcção-Geral da Saúde considera que, no actual contexto epidémico, os parques infantis devem manter-se encerrados.”
O mesmo indica a resolução do Conselho de Ministros publicada no dia 26 de Junho, em que é explicitado que parques de diversões e parques recreativos ou similares para crianças devem manter-se de portas fechadas.
A autarquia do Porto é uma das que determinaram a abertura destes espaços, tendo publicado um despacho a 8 de Maio nesse sentido. Nessa sequência, os parques voltaram a estar disponíveis para o público no dia 18 do mesmo mês.




