O Grupo El Corte Inglés fechou o exercício fiscal de 2019 com um resultado líquido consolidado de 310 milhões de euros, o que representa um aumento de 20,1% em relação ao período homólogo anterior. A receita também saltou 1,2% para 15,2 mil milhões de euros, fazendo com que o El Economista afirme que os grandes armazéns alcançaram os melhores resultados dos últimos nove anos.
Por área de negócio, o retalho é, sem espaço para dúvidas, o grande impulsionador da facturação do Grupo El Corte Inglés, respondendo por 13 mil milhões do total. Segue-se a área de viagens (2,7 mil milhões) e a área de seguros (215 milhões) – sendo que esta última foi a que mais cresceu face a 2018 (+8,1%). As restantes linhas de negócio têm um peso de apenas cerca de 38 milhões de euros.
O exercício fiscal cujos resultados são apresentados hoje terminou a 29 de Fevereiro deste ano e, de acordo com o grupo espanhol, é resultado de um bom desempenho de negócio e da estratégia de gestão levada a cabo. Estratégia esta que permitiu reduzir a dívida do El Corte Inglés em 638 milhões de euros.








