O Observatório Técnico Independente (OTI) alerta que Portugal não está «suficientemente preparado para enfrentar» os incêndios florestais.
Numa nota divulgada ontem, citada pelo “Correio da Manhã” (CM), a OTI refere que «as variáveis determinantes permanecem sem alterações estruturais». Em causa está, por exemplo, a falta de optimização da «localização estratégica» e «complementaridades» dos meios aéreos, terrestres, bombeiros e sapadores florestais.
Por outro lado, os especialistas referem ser «muito preocupante» que a Força Especial de Bombeiros «não tenha ainda as condições de estabilidade contratual nem o investimento que potencie a sua actuação e a sua desejável ampliação». A OIT, citada pelo “CM”, diz que falta profissionalização, formação e qualificação e reforço «de mais e melhores» equipamentos.
Em Junho e Outubro de 2017, recorde-se que os incêndios florestais fizeram, pelo menos, 116 vítimas mortais e 325 feridos no Centro do País.








