A bolsa de Lisboa estava hoje estabilizada, com os ‘papéis’ da Sonae a subirem 0,94% para 2,15 euros e os da Semapa a descerem 0,90% para 19,72 euros.
Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI estava estabilizado, a avançar 0,02% para 9.396,22 pontos, com 10 empresas a descerem e seis a subirem a cotação.
Às ações da Sonae seguiam-se as da Teixeira Duarte, REN e CTT, que se valorizavam 0,33% para 0,45 euros, 0,28% para 3,55 euros e 0,27% para 5,51 euros.
Mais moderadamente, a Ibersol e a Galp subiam 0,19% para 10,36 euros e 0,09% para 22,82 euros.
Em sentido contrário, depois da Semapa, o BCP, Corticeira Amorim e a NOS cediam 0,81% para 1,10 euros, 0,73% para 6,80 euros e 0,48% para 5,20 euros.
A EDP, EDP Renováveis e a Jerónimo Martins baixavam 0,36% para 4,74 euros, 0,17% para 12,09 euros e 0,16% para 18,62 euros.
As outras três empresas que se desvalorizavam eram a Mota-Engil (-0,13% para 4,67 euros), Altri (-0,11% para 4,35 euros) e Navigator (-0,07% para 3,07 euros).
Na Europa, as principais bolsas europeias abriram hoje em baixa, atentas aos juros das dívidas soberanas, aos valores tecnológicos e à publicação dos índices do instituto alemão ZEW de outubro.
O euro estava em alta face ao dólar, acima de 1,12 dólares, e a valorizar-se 0,14% para 1,1229 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt, após cair até 1,115 na quarta-feira passada, após a publicação de um IPC nos EUA maior do que o esperado.
Assim como na segunda-feira, os investidores continuam atentos à evolução dos juros das dívidas soberanas, especialmente de países como França e Itália, devido aos atuais protestos.
A esta hora, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha, considerada a mais segura da Europa, desciam para 3,438%, contra 3,454%, bem como os de França, para 4,912%, contra 4,935%.
No mesmo sentido, os juros da dívida dos Estados Unidos a 10 anos cediam, para 5,120%, contra 5,141% na véspera.
O petróleo sobe moderadamente, com o preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, a avançar 0,85% para 110,48 dólares.
No Médio Oriente, as autoridades iranianas elevaram hoje para 122 navios na lista de “infratores” por não cumprirem os protocolos de navegação no estreito de Ormuz, contra 77 navios registados em meados de outubro, num contexto de crescentes incidentes marítimos nesta passagem estratégica.
O anúncio ocorre depois de a Guarda Revolucionária iraniana ter informado que pelo menos três petroleiros tinham colidido com minas marítimas no estreito de Ormuz nos últimos dias, incidentes que não puderam ser verificados de maneira independente.
A força militar iraniana reiterou que Ormuz “está fechado” e que o destino dos navios que não cumprirem as normas de navegação neste estreito “será arder no fogo”.
A República Islâmica mantém bloqueado o estreito de Ormuz desde o início da guerra lançada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro e utiliza este estreito, por onde era transportado 20% do petróleo mundial antes do conflito, como medida de pressão contra Washington.
Os futuros dos índices norte-americanos registam um avanço de 0,20% para o Dow Jones e um recuo de 0,3% para o tecnológico Nasdaq.














