Numa altura de crise, o primeiro-ministro defendeu, no debate quinzenal, que um «Estado social forte é uma garantia para todos» e «não deixa ninguém para trás».
Depois de uma «intensa campanha» sobre o «grande caos» no Serviço Nacional de Saúde (SNS), António Costa sublinhou que «na hora da verdade» o SNS viu-se a braços «ao maior desafio sanitário que o país conheceu nas últimas décadas» e «esteve à altura».
Costa fez também questão de frisar que quando a crise chegou, «não faltou a vontade nem a determinação» para gastar o que fosse necessário, pese embora a dotação inicial do SNS inscrita no Orçamento de Estado para 2020.
Portugal regista já 1.263 mortes associadas à Covid-19 e um total de 29.660 infectados, de acordo com o mais recente boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
O país entrou no dia 3 de Maio em situação de calamidade devido à pandemia de Covid-19, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de Março. Esta nova fase prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância activa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.
A nível global, a pandemia do novo coronavírus já provocou mais de 320 mil óbitos e infectou quase 4,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço da agência de notícias “France-Presse”, a partir de dados oficiais.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
*Notícia actualizada às 15:45











