PSP interceta sete cidadãos com documentos falsos no Aeroporto de Lisboa

A intervenção policial decorreu no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, quando os cidadãos tentavam sair do espaço Schengen com provável destino à Irlanda.

Executive Digest

A Polícia de Segurança Pública intercetou este domingo, 24 de maio, sete cidadãos estrangeiros no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois de estes se terem apresentado no controlo fronteiriço com documentação falsa.

A operação, realizada através da Divisão de Segurança Aeroportuária e Controlo Fronteiriço de Lisboa, sob coordenação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, resultou em seis detenções. Um sétimo cidadão, menor de 16 anos, foi identificado, tendo sido aplicados os procedimentos legalmente previstos.

A intervenção policial decorreu no Terminal 1 do Aeroporto de Lisboa, quando os cidadãos tentavam sair do espaço Schengen com provável destino à Irlanda.

De acordo com a PSP, o grupo utilizava passaportes falsificados, alegadamente emitidos por autoridades de Hong Kong e da China.

Durante as verificações realizadas no controlo fronteiriço, os documentos apresentados levantaram suspeitas de falsificação. A análise posterior, feita pelas equipas especializadas de inspeção e peritagem documental da PSP, confirmou a existência de fraude nos documentos de viagem.

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Da operação resultaram seis detenções pela prática do crime de falsificação ou contrafação de documento.

O sétimo cidadão, por ser menor de 16 anos, não foi detido. As autoridades adotaram, nesse caso, os procedimentos previstos na lei.

Os detidos foram conduzidos às instalações policiais e presentes à autoridade judiciária competente.

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As diligências permitiram ainda identificar um modus operandi comum, associado à utilização de documentação falsa para tentar contornar os mecanismos de controlo fronteiriço e circular irregularmente entre países europeus.

A PSP sublinha que estas detenções evidenciam a importância da atuação especializada no controlo de fronteiras, nomeadamente através da análise comportamental, da verificação documental e da fiscalização direcionada de passageiros.

A força de segurança reafirma ainda o compromisso no combate à fraude documental e à utilização de documentos falsificados, garantindo um controlo rigoroso das fronteiras e contribuindo para a segurança do espaço Schengen.

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