A operadora de jogo em Macau MGM China anunciou hoje que o primeiro trimestre deste ano ficou marcado por uma descida dos lucros, apesar da subida das receitas.
A empresa reportou lucros operacionais de 273 milhões de dólares (255 milhões de euros), menos 4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Este resultado foi pressionado pelo aumento das despesas de licenciamento de marca, que duplicaram para 41 milhões de dólares (38 milhões de euros), na sequência de um novo acordo de longo prazo entre a MGM China e a companhia mãe, a operadora de jogo norte-americana MGM Resorts.
O encargo adicional acabou por limitar a rentabilidade, mesmo com o crescimento das receitas líquidas, que subiram 9% para 1,1 mil milhões de dólares (1,03 mil milhões de euros).
Mesmo assim, Bill Hornbuckle, presidente e CEO da MGM Resorts, afirmou que o grupo está “satisfeito por reportar receitas consolidadas recorde no primeiro trimestre, impulsionadas sobretudo pela MGM China e pela MGM Digital, bem como pelo crescimento da BetMGM na América do Norte”.
No total, a MGM Resorts registou receitas de 4,5 mil milhões de dólares (4,2 mil milhões de euros), um aumento de 4% face ao período homólogo.
Contudo, os lucros operacionais caíram para 580 milhões de dólares (545 milhões de euros), contra 637 milhões de dólares (600 milhões de euros) no ano anterior.
Seis concessionárias do jogo, MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM, operam na região, o único local na China onde o jogo em casino é legal.
Nos primeiros três meses do ano, os casinos de Macau registaram receitas totais de 65,9 mil milhões de patacas (7,45 mil milhões de euros), um aumento de 14,3% em comparação com o mesmo período de 2025.
No orçamento para 2026, aprovado em novembro, o Governo de Macau previu que as receitas brutas dos casinos aumentem 3,5%, atingindo 236 mil milhões de patacas (26,7 mil milhões de euros).








